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25 de maio de 2026

Diário de Leitura - A Espera de um Milagre

À Espera de um Milagre99 páginas lidas

📖 Diário de Leitura — À Espera de um Milagre

Hoje avancei até a página 99 de À Espera de um Milagre, de Stephen King.

A sensação dessa parte do livro foi de uma desaceleração completa da narrativa. Grande parte do trecho gira em torno do rato que aparece no corredor da morte e da relação dele com Eduard Delacroix.

Curiosamente, isso não parece um desvio da história. Pelo contrário: o rato funciona quase como uma pausa humana dentro daquele ambiente pesado.

Enquanto o livro começou com assassinato de crianças, condenados à morte e tensão constante, agora ele passa páginas mostrando:

  • guardas observando um rato;
  • presos se distraindo;
  • pequenos momentos de rotina dentro da prisão.

Isso dá uma sensação estranha de cotidiano no meio do horror.

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👤 Percy Wetmore começa a incomodar de verdade

Esse trecho também serviu para mostrar melhor quem é Percy Wetmore.

Até agora ele ainda não fez “a grande besteira”, mas o livro cria uma ansiedade constante em torno dele. Sempre que aparece, parece que alguma coisa ruim pode acontecer.

Percy transmite:

  • arrogância;
  • crueldade;
  • infantilidade;
  • covardia;
  • e prazer em exercer poder sobre os outros.

O mais interessante é que os próprios colegas parecem já conhecer o perigo que ele representa.

Existe uma sensação crescente de que:

em algum momento ele vai causar um desastre.

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🐭 O rato como teste moral

O rato também funciona quase como um teste silencioso de caráter.

Cada personagem reage de uma forma:

  • alguns demonstram curiosidade;
  • outros carinho;
  • Percy demonstra vontade de destruir.

Stephen King parece usar coisas pequenas para revelar quem cada pessoa realmente é.

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💭 Sensação até aqui

O livro continua menos preocupado com ação e mais interessado em:

  • convivência;
  • tensão psicológica;
  • humanidade;
  • crueldade;
  • e o peso do corredor da morte.

Até agora, a maior tensão não vem de violência explícita, mas da sensação constante de que alguma coisa terrível está se aproximando.